Jogo responsável

Jogo responsável

Órgão
Secretaria de Prêmios e Apostas, Ministério da Fazenda
Norma
Portaria SPA/MF nº 1.231, de 31 de julho de 2024
Ajuda
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (USP); Rede de Atenção Psicossocial (SUS)

O governo brasileiro define jogo responsável como apostar de forma segura, saudável e consciente, e trata a aposta como atividade recreativa, não como forma de lucro fácil. Esta página reúne os sinais de alerta, as dicas e os dois serviços de ajuda que a página oficial lista. O site não incentiva ninguém a apostar.

A equipe trabalha assim nesta página: copia as palavras exatas da página do governo em que se apoia, e nossa equipe testa e confere cada fato antes de publicar.

Quando o jogo vira problema

A página oficial separa o jogo como diversão do jogo problemático, um comportamento compulsivo ou prejudicial que pode afetar a saúde mental, emocional e financeira. Entre os danos possíveis, ela cita vício, endividamento excessivo, isolamento social, comprometimento da saúde mental e conflitos familiares.

As características comuns do jogo problemático, como o governo as lista:

  • falta de controle sobre quanto ou com que frequência se aposta;
  • preocupação excessiva com o jogo, a ponto de afetar trabalho, relacionamentos e saúde;
  • apostas para tentar recuperar perdas, o chamado “apostar para recuperar”;
  • negligência de responsabilidades financeiras e pessoais por causa do jogo;
  • mentiras ou disfarces sobre o dinheiro gasto ou o tempo dedicado às apostas.

Para o governo, apostas são jogos baseados em probabilidade.

Dicas para jogar com controle

A seção “Direitos e dicas para os apostadores” da página oficial reúne estas orientações:

  • Jogo legal: qualquer site de aposta sem “.bet.br” é ilegal, e o apostador não tem garantias contra fraudes. Em caso de dúvida, a página manda conferir a lista de empresas autorizadas.
  • Jogo saudável: apostar apenas como diversão, sabendo que as chances de perder são sempre maiores do que as de ganhar.
  • Gastos: o jogo não serve para melhorar as finanças pessoais. A página pede um limite de gastos e diz para não usar em apostas o dinheiro de comida, aluguel e transporte, nem tentar recuperar o que foi perdido.
  • Tempo: monitorar a frequência com que se joga, definir um tempo máximo e fazer pausas, acompanhando quanto está sendo gasto.
  • Direitos: suspender a conta temporariamente, encerrá-la a qualquer momento e resgatar o saldo sem limite e sem pagar nada por isso.
  • Proteção de dados: não emprestar dados pessoais para outras pessoas abrirem contas de apostas e não ceder a própria conta para outros apostarem.

A mesma página diz que a portaria exige das empresas autorizadas, as que operam com “.bet.br”, ferramentas de autolimitação, alertas regulares sobre o tempo de jogo ou o valor apostado, informações sobre centros de apoio e tratamento e um serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Autoexclusão, limites de apostas e educação financeira aparecem como ferramentas para evitar o endividamento excessivo e o vício.

Onde buscar ajuda

A página oficial alerta que, se você ou alguém que você conhece enfrenta problemas com jogos e apostas, é fundamental procurar ajuda. Em “Links úteis”, ela indica dois serviços:

  • Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com a página de ambulatórios e serviços;
  • Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), assistência em saúde mental no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os endereços estão na seção Fontes.

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Fontes

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